sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

ÁRVORE SAGRADA: AGENDA 2013


ÁRVORE SAGRADA: AGENDA 2013



DATAS
HORARIO
EVENTO 1. SEMESTRE DE 2013
FACILITADOR
CONTATO
12/01
Integral
CBT-AS-CLAN
26/01
Integral
Evento Interno
CLAN Dragones
23/02
Integral
CLAN Dragones
Março
2 horas
Festival do Plantio de Árvores 2. Etapa
Árvore Sagrada
Abril
Integral
Multirão da Casa Sede
CBT-AS-CLAN
Maio
Integral
Festival de Culto aos Ancestrais
CLAN Dragones
*Agenda sujeita a alteração



Sejam bem vindos aos nossos projetos!

INSTITUIÇÃO ÁRVORE SAGRADA - Sociedade Alternativa Ambiental
http://www.arvoresagrada.com.br

domingo, 23 de dezembro de 2012

O Plantio Sagrado - Árvores da Floresta

Evento Ativista - Plantio na Árvore Sagrada


Evento realizado por membros da CLÁN Dragones e Ativistas Amigos, que se propuseram a plantar árvores para um mundo melhor, conheça nossa casa e adentre nas Crenças da Floresta.


sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

CANAL DE VÍDEOS - Nossa Sede Ambiental

A Instituição Árvore Sagrada agora tem sede própria em Juquitiba/ SP, um local onde serão desenvolvido projetos eco-ambientais, técnicas de permacultura, casas inteligentes e plantio de subsistência.

Além das Questões Ambientais será palco de realização de Eventos Culturais Ibéricos e Indígenas nacionais em uma visão mística e de preservação de Valores Tradicionalistas.

Juquitiba é a Terra das Águas e conta com uma grande rede de turismo e esportes ligados a Natureza.

Sejam Bem Vindos!

VEJAM NOSSO CANAL DE VÍDEOS:

Apoio:

CBT - Conselho de Bruxaria Tradicional no Brasil - Crenças Campesinas Pré-Cristãs, Reconstrucionismo e Projetos de Preservação Cultural/ Crença.

CLÁN Dragones - Círculo Tradicionalista Ibero-Celta.


terça-feira, 18 de dezembro de 2012

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Governo lança política de Gás Natural Renovável


O Governo do Estado do Rio de Janeiro lançou nesta quarta-feira sua Política Estadual de Gás Natural Renovável, no âmbito do Programa Rio - Capital da Energia, uma iniciativa inédita na América Latina. 


Projeto de Lei entregue pelo secretário Julio Bueno ao presidente da Assembleia Legislativa, Paulo Mello, na abertura do seminário de Gás Natural promovido pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços (Sedeis), prevê incentivos à geração do combustível a partir de resíduos orgânicos, contribuindo para a redução da produção dos gases de efeito estufa no Estado.


“A ideia é promover o aumento da participação do biogás na matriz energética do Estado do Rio de Janeiro”, disse o secretário de Desenvolvimento Econômico, Julio Bueno, destacando também a importância do projeto para o aproveitamento de resíduos orgânicos, que deverá favorecer a descentralização e interiorização da economia.


A Política Estadual de Gás Natural Renovável tem como objetivos prioritários fomentar a utilização do biogás gerado em aterros sanitários, e a distribuição como gás canalizado pelas concessionárias de Ceg e Ceg Rio. 

De acordo com o projeto de lei, as duas serão obrigadas a adquirir todo GNR produzido no Estado, limitados a 5% do volume de gás convencional a ser entregue ao mercado. Não será incluído nesse volume, o gás destinado às usinas térmicas. 

Os preços e os prazos adequados a viabilizar a eficiente produção e transporte do Gás Natural Renovável serão regulados pelo Estado, por meio da Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro (Agenersa).


Assim como o decreto que reduziu o porcentual de ICMS para a produção de etanol no Estado do Rio, em agosto deste ano, a Política Estadual de Gás Natural Renovável integra o Programa Rio - Capital da Energia. 


Criado em 2011, o Programa pretende mobilizar a sociedade e concentrar recursos em torno do setor energético, fazendo do Rio de Janeiro uma referência mundial na energia sustentável. O Programa está fundamentado sobre quatro pilares: inovação tecnológica, eficiência energética, sustentabilidade ambiental na área energética e massificação do conceito.


Nesta quarta-feira, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico promoveu debate em torno do cenário do gás natural, que reuniu lideranças empresariais, autoridades e especialistas do setor para debater as tendências e os desafios para o futuro. 

“O Rio de Janeiro sempre foi pioneiro no debate sobre a política ambiental brasileira, que se desenvolveu nas últimas quatro décadas. Está alinhado ao novo paradigma sustentável exigido no mundo contemporâneo e já possui uma série de projetos como o primeiro ônibus flex, capaz de rodar com até 90% de GNV. A nova política de GNR está integrada à proposta do Estado de traçar o caminho para incentivar a energia do século XXI”, afirmou o secretário Julio Bueno. 

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Redução de mais de 70% no preço da energia solar

Estudo da DNV Kema indica redução de mais de 70% no preço da energia solar

25/10/2012 | 15h39

O diretor da área de Gestão de Ativos da DNV Kema, Bijoy Chatt, confirmou que o preço de instalação da energia fotovoltaica cairá dos U$ 0,20/kwh atuais para menos de U$ 0,05/kwh nos próximos 10 anos. A informação foi dada nesta quinta-feira (25) pelo executivo durante o Sendi - 20º Seminário Nacional de Distribuição de Energia. De acordo com o diretor, estudos da MIT, entre 2009 e 2010, constataram que houve uma redução de 17% nos custos da implantação de projetos de energia fotovoltaica. Em 2011, a diminuição de custos alcançou 11%.

Bijoy Chatt apresentou no Sendi, no "Painel Tecnológico: Geração Distribuída e Redes Inteligentes", estudo inédito sobre a implantação de projeto de energia solar na Califórnia, EUA. A partir do case, o executivo mostrou os benefícios da geração distribuída, incluindo o uso de novas tecnologias, a redução de perdas e a confiabilidade no sistema, entre outros pontos.

O projeto Califórnia Solar ou California Solar Initiative (CSI) começou a ser desenvolvido em 2008 e consiste em um programa de incentivo ao uso da energia solar e de descontos para os consumidores de algumas concessionárias do estado americano. A partir do estudo, descobriu-se que o projeto gera ganhos na capacidade da transmissão de energia em torno de 500 a 900 MW e uma redução de perdas no sistema da transmissão na ordem de 7.000 MW. Além disso, segundo o relatório da DNV Kema, a penetração de energia solar na Califórnia pode alcançar em torno de 1.750 MW até 2017, o que gerará um aumento da capacidade de transmissão de 4.000 MW para os clientes.

O diretor explicou ainda questões envolvendo a interligação de 1MW de geração de energia solar fotovoltaica à rede de distribuição, orientor sobre os problemas relacionados com a cobertura de nuvens e intermitência da energia solar assim como a regulação de tensão. Durante a palestra, o executivo lembrou a importância para o Brasil dos projetos de rede inteligentes e os benefícios e os desafios da geração distribuída, como a integração ao sistema elétrico e suas operações.



Fonte: Redação

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Fossas Ecológicas


Um projeto desenvolvido pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater), visa a construção de 70 fossas ecológicas na zona rural de Varginha. Segundo o engenheiro agrônomo da Emater Luiz Geraldo Reis, além de reduzir a contaminação dos lençóis freáticos, o projeto aumenta a qualidade da água que será consumida pelos moradores com custo bem menor se comparado a uma fossa convencional. 
Segundo a Emater, o custo de uma fossa convencional é em torno de R$ 5 mil. Cerca de 10 vezes mais que o gasto com a fossa ecológica, que é de apenas R$ 500. O projeto surgiu na Alemanha e chegou ao Brasil há 10 anos.
Cerca de 112 famílias moradoras da Comunidade dos Martins estão construindo as novas fossas. O trabalho está sendo feito com os recursos dos próprios moradores e da Associação de Cafeicultores. Para construir a fossa, é preciso fazer um buraco de nove metros cúbicos. A estrutura é feita com cimento e tela de galinheiro. São utilizados ainda pneus, britas, cascalho, areia e solo para o futuro plantio.
A diferença da fossa ecológica é que nela só podem ser despejados dejetos sólidos. Já os dejetos líquidos, como a água do chuveiro, por exemplo, deve continuar sendo colocada nos antigos sumidouros - fossas que escoam água. Segundo Reis, os dois tipos de dejetos não podem ficar juntos porque pode atrapalhar o processo de fermentação dos sólidos.
"Depois que a fossa ecológica fica pronta, é preciso plantar espécies de folhas largas que consomem muita água. São essas plantas que através das raízes vão absorver os gases produzidos dentro do buraco", explica o engenheiro.

Tratamento das Águas - Círculo de Bananeiras


Círculo de bananeiras

circuloO círculo de bananeira é usado para tratar as águas usadas da casa (pias, tanques e chuveiros), as chamadas águas cinzas. Ele também beneficia a produção de bananas em escala humana.
Essa técnica originou-se da observação dos efeitos dos fortes ventos sobre a cultura dos cocos. Numa clareira os coqueiros caídos davam origem a círculos de coqueiros que nasciam, se desenvolviam e produziam melhor do que quando sós. O padrão natural observado foi que no centro do círculo se depositavam folhas, ramos, frutos, etc, que retinham a umidade e concentravam nutrientes, beneficiando a cultura dos coqueiros. Dessa observação, passou-se em seguida às experiências com outras culturas, como a da banana.

No caso das bananeiras percebeu-se que elas, como outras plantas de folhas largas como o mamoeiro, evaporavam grandes quantidades de água e estabeleceu-se assim uma relação com as águas cinzas das residências. Essa ligação é feita entre a necessidade de se tratar a águas que saem das pias e chuveiros das residências com a grande capacidade de evaporar (tratar) dos círculos de bananeiras. E isso é uma das bases do design na permacultura, estabelecer relações positivas, sinérgicas entre os elementos de um sistema vivo.
Como construir?
circulotrabalho começa com a construção de um buraco, em forma de concha, com 1 m cúbico de volume. Lembre-se que a terra retirada do buraco é colocada na borda aumentando a altura do buraco.
Os sistemas vivos não seguem projetos no papel. Então mais importante do que seguir as dimensões apresentadas aqui, é procurar observar no local, o solo, a insolação, incidência de geadas, etc. para dedinir melhor como será o círculo de bananeiras de sua residência.
Se o solo for muito arenoso deve-se adicionar uma camada de argila para retardar a infiltração e possibilitar que a microvida faça seu trabalho de quebrar as moléculas dos nutrientes e outros compostos que vem com a água.
circuloO buraco, depois de pronto, deve ser enchido com madeira e palha para criar um ambiente adequado para o recebimento da água cinza e para beneficiar a micro vida. Isso é feito primeiro colocando pequenos troncos de madeira grossos no fundo. Em seguida galhos médios e finos de árvores e por último a palha (aparas de capim, folhas, etc.) formando um monte com quase 1 metro de altura acima da borda do buraco. A madeira deve ser colocada de forma desarrumada, para que que se crie espaços para a água. A palha em cima serve para impedir a entrada da luz e da água da chuva, que escorrerá para os lados não inundando o buraco e não se contaminando com a água cinza.
A água cinza deve ser conduzida por um tubo até o buraco e com um joelho na ponta para evitar o entupimento. Não usar valas abertas para a condução da água, assim mosquitos e outros animais indesejados não terão como se desenvolver. E os microorganismos da compostagem terão um ambiente perfeito para fazer o seu trabalho.
Plantio
As bananeiras podem ser plantadas de diversas maneiras. Mas eu prefiro usar o rizoma inteiro ou uma cunha (parte de um rizoma) com uma gema vizível. Após fazer as covas (no mínimo 30x30x30 cm) deve-se enche-las com bastante matéria orgânica (palhas, folhas, etc.) misturada com terra. Antes de preencher totalmente o buraco, na hora de colocar o rizoma, posicione para que a gema fique para o lado de fora do círculo e inclinado de forma que a bananeira nasça caída para fora. Essa inclinação da bananeira é mais fácil de ser conseguida quando plantada a partir de rebentos. Isso facilitará a colheita e o manejo das bananeiras. O rizoma deve ficar há uns 10 cm, em média, abaixo do nível do solo.
Ao redor do círculo, também é indicado o plantio de mais plantas de folha larga como a taioba, o mamoeiro e entre elas batata doce ou outra plantas rasteiras para cobrir todo o espaço. Em pouco tempo o círculo irá se transformar em um nicho de fertilidade que vai se espalhar pelo entorno.
Cuidados
A água cinza NÃO deve conter água preta dos sanitários. Estas deveriam ir para outros sistemas apropriados para o seu tratamento.
E nas pias e chuveiros deve-se evitar o uso de detergentes químicos e outras substâncias tóxicas como cloro, etc., pois estas substâncias matam os microorganismos e impedem a compostagem dos nutrientes contidos na água cinza com a madeira.
Mais informações sobre a separação das águas servidas podem ser encontradas em“sistematização da água”.
Dimensionamento
Esse tamanho padrão de 1 m3 para CDB é suficiente para uma família de 3 a 5 pessoas, mas se o volume de água cinza produzido na casa for maior do que a capacidade de recebimento do círculo, a solução é construir um segundo círculo interligado ao primeiro. Não se deve fazer bacias maiores que o padrão. A água cinza entra pela parte mais alta do primeiro círculo e sai no nível máximo por meio de outro tubo e segue para o segundo círculo. Conforme a situação pode-se ter uma bateria de círculos inteligados. Isso é facilitado se o terreno for inclinado.
Manejo
Sempre colocar aparas de poda (grama, capim, galhos) no centro para alimentar o círculo e evitar que o buraco seja inundado com a água da chuva.
Após colher o cacho de bananas, deve-se cortar a bananeira bem na base e em pedaços de 1 metro, rachar ao meio (longitudinal) e também colocar no centro do círculo. A cada 3 anos (ou mais) todo o material depositado no buraco pode ser retirado (quando os troncos se dissolverem) e usar como adubo orgânico na horta. E repor novo material como no início da implantação do círculo.
Aqui na região sul do Brasil há diversos círculos de bananeiras funcionando perfeitamente há mais de 3 anos. Assim que possível publicarei mais fotos dessas experiências.
Alguns círculos de bananeiras:













quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Casas Populares com Energia Solar!


SÃO PAULO, 11 Set (Reuters) - O Ministério das Cidades vai avaliar a possibilidade de instalar sistemas de energia solar nas residências no âmbito do programa "Minha Casa, Minha Vida", sem que sejam alterados os limites de custos dessas unidades, após recomendação do Conselho das Cidades, publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira.
A recomendação levou em conta que o programa habitacional do governo federal possibilita o uso de energia solar no aquecimento de água, somado ao fato de que a temperatura média em muitos municípios brasileiros é alta, "com incidência solar significativamente elevada e com alto rendimento fotovoltaico", segundo o documento.
Foi considerado ainda que o custo da energia elétrica pago pelos beneficiários incide de forma expressiva em seus gastos fixos e que a adoção do sistema de energia solar voltaica diminuiria significativamente estes custos.
Os sistemas de energia solar fotovoltaica seriam conectados ao sistema de abastecimento de energia elétrica, alternativa ou complementarmente ao sistema de aquecimento solar.
A segunda fase do programa "Minha Casa, Minha Vida", anunciada em meados de junho de 2011, prevê 2,4 milhões de moradias contratadas até 2014.
Instituição Árvore Sagrada

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Resposta de Repúdio as Organizações Pagãs

O artigo aqui postado reflete apenas uma visão crítica de mundo, feita de modo genérico e sem o objetivo de ofender pessoas ou instituições, bem diferente das pessoas que nos são contrárias, porém continuo acreditando que devemos ter uma maior conscientização e poder colocar nosso ponto de vista, conforme a própria diretoria do ESP - Encontro Social Pagão apontou pelo trecho de Voltaire: "Posso não concordar com uma palavra do que diz, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo". Oras se todos temos o direito de concordar ou não, ele deve ao menos ser livre de repúdios e agressões pessoais, isto mostra certa diferença do idealismo para a ação, e estas contradições parecem cercar as atividades de alguns grupos, contudo o nosso foco não é falar mal de pessoas e organizações, mesmo que essas nos causem um certo receio ao se colocarem prontamente em posição de defesa.

Peço minhas sinceras desculpas aos que se sentiram incomodados, mas se posso ainda expressar minha opinião, digo que antes de gastarem energias com reclamações e ferir a opinião alheia deveria de haver pelo menos a reflexão e investir mais tempo resolvendo questões relativas às falhas que podem acontecer ou aconteceram, pois ninguém esta livre delas; os fatos colocados no artigo foram frutos de vivências de pessoas e do que foi mostrado pelos meios de comunicação, se esta ou aquela pessoa faz parte ou participou de alguma instituição não adentramos na questão inquisitória, pois o que devemos concordar é que ninguém em perfeita consciência deseja participar ou estar envolvido com a criminalidade (acho eu).

Em momento algum foi indicado que alguma organização seja a favor da distribuição de drogas, em momento algum foi dito que qualquer instituição incentiva o vandalismo.

Também devo dizer que não precisam pedir minhas desculpas oficialmente, pois já as faço nesse trecho:

AS MINHAS DESCULPAS - "Antes que as pessoas comecem a me odiar por ter escrito este artigo, fazendo seus pré-julgamentos sobre como eu sou um bruxo malvado e tal... risos Digo sinceramente que respeito o idealismo das pessoas que querem juntar outras pessoas, o idealismo é belo..."

Fico apenas pensativo que algumas lideranças pagãs nesse Brasil sejam tão limitadas a entenderem que o melhor modo de obterem o devido respeito seja calando e denegrindo pessoas que escrevam o que elas não querem escutar.

Também lamento o quanto estão aplicados a distorcer palavras por deficiência interpretativa/ ideológica ou por alguma estratégia publicitária, tal como lidam com relação às questões financeiras, pois gostaria mesmo, aliás todos nós pagãos, em ver eventos de qualidade sem custo algum, seja no âmbito coletivo como no particular, pois até onde se sabe muitos eventos são cobrados por instituições que criticam o artigo aqui colocado (?), e todos nos sabemos disso, meio contraditório..., entretanto não vamos criar mais polêmicas sobre estas questões, visto que logo receberemos um informe sobre cronograma e valores, cartões de loja ou consulta particular.

Com relação a iniciações e demonstrações públicas, segue o trecho:

"Também não estou aqui para julgar quem faz rituais ou quem inicia pessoas em praça pública, se o magista inicia é por que tem público para isso, então cada um assuma a responsabilidade de seus atos..."

Coloco aqui uma opinião muito clara que todos os leitores deveriam refletir, qual o real motivo que estas organizações de se sentirem tão ofendidas? Se a preocupação é apenas reunir pessoas, qual o motivo de não levarem às suas sedes? Será que estamos realmente fazendo um bom serviço em nome do paganismo com estas ações?  

Pontos que qualquer um pode avaliar também:

- Não conheço ninguém que jogue tarô, búzios, runas, consulta pessoal que não cobre, principalmente as pessoas mais conhecidas.

- O artigo é sobre os perigos que podem acontecer em eventos abertos e não uma restrição a prática.

- Nenhuma instituição vive de brisa, se você não paga alguém esta pagando e quem será que esta pagando a conta? (mistério).

- Existe maior probabilidade de pessoas com intenções fora de contexto estarem em eventos abertos, pois por lei eles possuem o livre acesso a locais públicos.

- Você organizador de eventos externos, pode garantir a segurança das pessoas? Quais dispositivos legais você possui para conduzir este evento? Tem a licença da prefeitura? Conta com força policial? Esta ciente dos perigos?

- A proibição de bebida alcoólica em propagandas de eventos públicos é comum, aplausos para iniciativa, contudo senão houvessem problemas com isso não haveria essa restrição.

- O fato de você, organizador externo, acreditar no seu trabalho, pode colocar a mão no fogo por outros organizadores e de outras instituições?

- Cada pessoa é livre para ir e vir, bem como o exercício da opinião em blog e comunidades, segue a lei:
Art. 220 (Constituição Federal)
A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.

- Continuo acreditando que lugares com melhor estrutura possam gerar ferramentas para um melhor aprendizado, que quando cobrado podemos exigir ao menos qualidade.

- A minha opinião não mudou, alias se reforçou quando vejo artigos polêmicos gerarem movimentação contrária, começo a entender que onde existe fumaça tem fogo, e como um bom bruxo prefiro ficar longe das fogueiras! ;-) 

Ninguém esta livre de críticas, contudo as mesmas são importantes para melhorarmos os serviços e gerar reflexão, peço que as instituições revejam os seus processos. As pessoas que desejam um paganismo no mínimo mais sensato, digo que eu continuarei falando sobre temas polêmicos, de forma impessoal, com todo respeito e dedicação que a nossa sociedade ocultista merece.

Agradeço aos leitores que acessam esse canal de informação; o que falta ao nosso movimento pagão nacional são projetos eficazes, agregadores; trabalhos com seriedade e maduros, sem precisar bajular pessoas ou instituições que perdem tempo com picuinhas ao invés de reverem suas falhas, com locais com segundas intenções tendo como base a propaganda "grátis" em cima de uma ação montada no desrespeito a opiniões e politicagem virtual.

Respondido a estas questões continuaremos com nossos artigos.


Sem mais,

Ricardo DRaco


domingo, 10 de junho de 2012

Moto Ecológica - A 100Km/H!

  • Texto: Mariana Montenegro/Greenvana
O australiano Dean Benstead criou um projeto que pode revolucionar as motocicletas. A “02 Pursuit” é movida por ar comprimido e foi destaque no Melbourne Design Award, o principal prêmio da área na Austrália. É mais uma solução de transporte alternativo de baixa agressão ao meio ambiente.

A moto não possui tanque de combustível, o que a deixa mais leve, e pode atingir até 100 km/h. O motor especial que utiliza ar comprimido se chama “DiPietro”. Futuramente pode servir como alternativa aos combustíveis fósseis.

E o melhor de tudo é que além de a moto não poluir e ser silenciosa, ainda será totalmente fabricada com materiais reciclados.

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* Greenvana Style – um site que trata de sustentabilidade no dia a dia, sem ser chato nem cair na mesmice. Dá um pulo lá.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Usinas solares e eólicas no Saara vão abastecer até 20% da Europa

Usinas solares e eólicas no Saara vão abastecer até 20% da Europa

Linhas de transmissão atravessarão o mar

Graça Magalhães-Ruether, correspondente
A usina solar térmica Andasol 3, na Espanha, pode gerar energia também à noite Foto: Latinstock
A usina solar térmica Andasol 3, na Espanha, pode gerar energia também à noite Latinstock
BERLIM - A Europa busca nos desertos um caminho para suprir sua demanda energética. Em 2011, a Espanha começou a usar a todo vapor a maior usina solar no mundo, instalada numa das regiões mais áridas do país. Mas o mais ambicioso projeto europeu está em curso na África, no Deserto do Saara. É lá que o consórcio Desertec, formado por 50 empresas alemãs, começa a construir este ano uma usina de energia solar colossal. A ideia é construir usinas solares em várias partes do Saara para atender de 15% a 20% das necessidades europeias.
A primeira usina, que ocupará uma área de 12 quilômetros quadrados, fornecerá 500 megawatts de energia para o Velho Continente a partir de 2014. Mas, de acordo com Paul van Son, chefe do projeto, ainda não foi decidido se será usada a tecnologia de solartermia (aquecimento da água para a movimentação de uma turbina a vapor), ou o método fotovoltaico. A geração fotovoltaica tem a vantagem de ser mais barata, produzindo energia pela ação da luz do Sol no silício das células captadoras. Já a geração fotovoltaica, usada na usina egípcia Kuraymot é mais cara, mas tem a vantagem de permitir a produção de energia à noite. A usina egípcia foi construída pela empresa alemã Solar Millenium, que faz parte do consórcio Desertec e também construiu as usinas Andasol 1, 2 e 3 na Andaluzia, Espanha, entre as mais modernas do mundo e um exemplo do que será a usina do Saara.
Christine Krebs, porta-voz da Solar Millenium, explica que a configuração das usinas espanholas permite que o calor do dia seja guardado para geração à noite:
— O calor é armazenado, o que torna possível a produção de energia também depois do pôr do sol.
Com sede na cidade de Erlangen, a Solar Millenium está instalada onde antigamente funcionava também a filial da empresa Siemens Kraftwerkunion (KWU), responsável pela construção das usinas nucleares brasileiras Angra 2 e 3.
Apesar de o sistema de geração ainda não ter sido decidido, a primeira usina terá um investimento previsto de 2 bilhões de euros. Ao todo, o projeto, que prevê a construção de mais usinas em Marrocos, Egito, Argélia e outros países, deverá custar 400 bilhões de euros, sendo 50 bilhões $ó nas linhas de transmissão. Há poucos dias, também foi assinado um acordo com o grupo argelino Sonelgaz para a construção de usinas de energia solar no país africano.
Os cabos de transmissão já começaram a ser instalados no Mar Mediterrâneo. Para isso, foi fechado um acordo com o grupo francês Medgrid, um consórcio de 20 empresas do país. A DII (Iniciativa Industrial), o grupo que realiza o projeto Desertec, já assinou acordos de cooperação também com uma empresa espanhola que já tem uma linha de transmissão de energia entre Espanha e Marrocos com capacidade de 1.400 megawatts.
Embora o Marrocos tenha Sol em abundância, ele importa energia da Espanha. Com o projeto da Desertec, ha$á produção de energia também para consumo local. Fazem parte do consórcio alemão, criado em 2009, algumas das mais importantes empresas do país nos setores tecnológico (Siemens e ABB); de energia (RWE e E.on); e financeiro (Deutsche Bank e a companhia de resseguros Münchner Rück).
Günther Oettinger, comissário de Energia da União Européia, vê o projeto Desertec como a opção do futuro de uma Europa sem energia atômica. Por enquanto, apenas a Alemanha decidiu por lei abandonar o uso da energia nuclear, mas as alternativas renováveis são vistas como o futuro de todo o continente. Atualmente, 80% da energia da França vêm de centrais atômicas.
— Há agora uma perspectiva concreta para a produção de energia solar $eólica para o proveito das populações na Europa, Norte da África e Oriente Médio — diz Oettinger.
Noureddine Bouterc, chefe da Sonelgaz, conta que a meta de seu país é atingir 40% do abastecimento de energia vinda de fontes renováveis até 2030. Ao participar do projeto Desertec, a Argélia planeja exportar 10 gigawatts por ano.
Segundo Paul van Son, a ideia de produzir energia no deserto para o consumo na Europa deixou de ser uma visão para tornar-se uma realidade concreta. Um dos obstáculos, porém, é o ainda alto custo desta energia. Em comparação com as fontes tradicionais, a geração solar é mais cara. Mas os responsáveis pelo projeto contam com subsídios, pelo menos dos governos europeus, e com uma redução dos custos a longo prazo.
— A tecnologia é ainda nova, os custos devem baixar — pondera o chefe do Desertec.
Atualmente, os custos da energia solar e eólica — as centrais do deserto do Saara terão também turbinas para produção de energia eólica — são muito mais altos do que os das ener$nuclear, hidrelétrica ou de usinas de carvão. Christine Krebs calcula que uma quilowatt-hora de energia hidrelétrica custa seis centavos de euro. Já a mesma quantidade de energia solar custa 40 centavos de euro. Segundo ela, no começo essa forma de energia renovável vai depender dos subsídios públicos. Mas como na Alemanha decidiu depois da catástrofe de Fukushima, no Japão, desativar as usinas nucleares do país em um prazo de cerca de dez anos, a disposição do governo em dar subsídios para o projeto Desertec é grande, mesmo com a crise do euro. Ainda este ano, o consórcio vai decidir quantas usinas e qual será a área total do deserto a ser ocupada com sua rede de usinas solares e eólicas.

Leia mais sobre esse assunto em:
http://oglobo.globo.com/ciencia/usinas-solares-eolicas-no-saara-vao-abastecer-ate-20-da-europa-3629037#ixzz1j9VGUJtQ 
 
 
ONG Árvore Sagrada - Ativismo Ecológico, Folclórico e Espiritualista.